segunda-feira, 25 de maio de 2009

Dallas Cowboys!


Esse ano vai?
apesar d temos perdido T.O. ainda temos chace d ir para os Players-off ou até mesmo ser Campeão do Super Bowl?
Todos sabem do Otimo jogador q T.O. é, e ñ estou aki para falar sobre sua carreira!
mais tbm todos sabemos q ele nunka foi um jogador diciplinado, tbm sabemos q ele tinha muita rinxas nos vestiarios dos Cowboys!
mais e agora?
eu pergunto!
o Dallas Melhora sem ele?
e agora?
pois como já virmos antes os Cowboys dispençou todos jogadores com mal relacionamento d seu elenco.
mais tbm sabemos q o Cowboys tem 1 exelente time!
agora é torçe para q T.Romo, J.Witten, M.Barber e companhia fassa sua parte na linha ofensiva q a ilha defenciva sabemos do potencial dela!
pronto amigos aki estou para lembrar!

Dallas Cowboys!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Hoje posso falar!


Olá Galera só hoje q estou voltando a realidade!
pq depois d um SHOW da queles!
o IRON MADEIN é perfeito!
esse show mim supreendeu!
pq foi otimo mesmo!
quanto ao publico, tava massa.
Pq tinha tanto gente Velha quanto crianças!
mais foi muito massa mesmo!
quero outro!
mais quanto Brunce terminou o show ele disse q em 2011 eles valtariam!
aguardamos aciosos!


IRON MAIDEN, My Religion

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Nordestinos, no Jockey Club, se rendem ao Iron Maiden


“Screaaam for me, Recife!” - por onde o Iron Maiden passa, o vocalista Bruce Dickinson pede para o público gritar. Não foi diferente aqui. Os recifenses – somados a fãs de todo o Nordeste – gritaram. E gritaram muito, em um show que, apesar de não ter alcançado o número estimado de presentes, marcou época e dividiu águas numa terra tão sedenta de atrações internacionais. Se 18 mil pessoas conseguiram ir ao Jockey Club de Pernambuco numa terça-feira, imagine o que poderia ser num sábado.

O Iron Maiden provocou um verdadeiro pandemônio nas cercanias do Jockey. Era gente passando para lá e para cá, vendedores oferecendo camisas piratas e um monte de gente tentando entrar no local. Enquanto do lado de fora carros de mala levantada tocavam as músicas que se ouviriam lá dentro pouco tempo depois, um bocado de fãs se pendurava em árvores e no muro do hipódromo – mas a polícia sempre chegava e acabava com a festa temporária da rapaziada. Ingressos eram vendidos até por um preço menor do que na bilheteria.

O Jockey foi um lugar de congraçamento. O que se via, antes de o Iron Maiden subir ao palco, era amigos de longa data se reencontrando. Abraço foi o que não faltou. Até que, quando todo mundo começou a olhar para o relógio, um pano de fundo com o nome e a foto de Lauren Harris foi baixado. Eram quase 20h e o que se ouvia eram gritos de “Gostosa!”. Os elogios eram direcionados para a cantora filha do baixista do Iron Maiden, cuja inclusão na turnê Somewhere back in time só pode ser explicada pelo parentesco. Até simpática Lauren é, mas, para quem já teve bandas do calibre de Queensryche, Metallica e Trivium como opening acts, o grupo da inglesa de 24 anos deixou muito, mas muito a desejar. Uma música derivativa, sem personalidade, sem punch, foi o que se ouviu durante meia hora. E os recifenses foram até educados. Ninguém vaiou a apresentação da filha mais velha de Steve Harris. Mas os 30 minutos que a cantora descalça gastou poderiam ter sido utilizados de uma maneira mais proveitosa.

“Irado”. Foi desse jeito que Ingrid Vilar respondeu ao que achava de ver o Iron Maiden no dia do seu aniversário de 15 anos. Do lado dela, a mãe professora e o pai engenheiro, vindos de Maceió (AL), pareciam mais animados. “Ver um show desses, aqui, praticamente vizinho, é muito bom”, disse Yuri Vilar, 37 anos, pai de Ingrid. Mas quando começou a rolar nos PAs as primeiras notas de Doctor Doctor, do Ufo, quem é fã do Iron Maiden sabia o que viria a partir dali. Terminada a canção da banda americana que influenciou os britânicos, foi a hora de os acordes de Transylvania, do primeiro disco do maior grupo de heavy metal do mundo. Foi também a senha para um caos, no bom sentido, ter início. A voz de Winston Churchill avisou: “Nunca nos renderemos”. E o Jockey não entendeu e se rendeu: Aces high abria o show mais esperado de todos os tempos no Nordeste.

A abertura do show do Iron Maiden, poucos minutos depois das 21h, deu o gás que a platéia esperava. Bruce Dickinson (vocal), papai Harris (baixo), Nicko McBrain (bateria), Adrian Smith, Dave Murray e Janick Gers (guitarras) sabem muito bem o que fazem. Heavy metal do bom e do melhor. “Nunca imaginava que um show desse aconteceria aqui. Agora é esperar por Rush, Metallica e ACDC”, sonhava João Batista Falcão, 47 anos, que começou a ouvir a banda em 1980. Foi do disco lançado um ano depois que a banda desencavou Wrathchild.

Alguns fãs acusaram o Iron Maiden de ter sido burocrático. Afinal, o repertório publicado na edição de terça-feira do Jornal do Commercio e antecipado neste JC Online desde sexta foi exatamente o mesmo. Quem apostou que Two minutes to midnigh viria a seguir ganhou. Nada mal. Um Iron Maiden previsível é ainda muito melhor que dez bandas que se dizem salvadoras do rock.

A sequência de clássicos não parou por aí. Era hora de voltar a 1982, com Children of the damned. Depois, como quem faz de conta que é tudo tão simples, Bruce anuncia Phantom of the opera. O clássico do primeiro disco do Iron Maiden fez a platéia delirar. E haja gente pulando, gritando, sorrindo. “Se eu não estivesse trabalhando, viria ver”, dizia um bombeiro, que não pôde dizer o nome – sob o olhar mal encarado do chefe.

As palmas do público ajudaram Bruce a anunciar The trooper. É nessa música que o vocalista veste um uniforme vermelho, similar ao usado pelos ingleses na Guerra da Criméia, contra os russos, no século 19. Esses detalhes históricos ficaram em segundo plano diante do clássico do Piece of mind (1983). Um momento ímpar, que ganhou fôlego com a execução de Wasted years, de 1986.

Qualquer outra banda correria o risco de morgar a platéia ao tocar uma canção de 13 minutos. Não o Iron Maiden. Rime of the ancient mariner levantou o público com a sua variedade de climas, ritmos e batidas. E quando Harris empunhou seu baixo e tocou o singular tema que introduz o resto da música, ah, meu amigo, não houve gente parada...

De máscara egípcia, Bruce comandou com maestria mais um clássico. Powerslave foi marcada por fogos, mas sem o Eddie, mascote da banda, em forma de múmia, igual ao que o público paulista viu. Besteira, porque eles entram logo com Run to the hills. E aí não tinha um cidadão sequer que tenha ficado calado.

Quem gosta de Iron Maiden sabe que um momento sem comparação no show é Hallowed be thy name. A mistura de ritmos da canção de 1982 emociona – e não era difícil ver fãs chegarem às lágrimas. Aí era o momento de Iron Maiden. Pense numa música eficiente. Faz mais de 30 anos que os caras a tocam e a recepção é sempre histérica. Também pudera: é a hora do Eddie ciborgue, um gigante de mais de 3 metros portando uma pistola e simulando até mesmo uma masturbação.

Exausto e extasiado, o sexteto faz o migué e encerra o show. Conversa! O povo chama e a banda volta com The number of the beast, com direito a iluminação vermelhona e fogos de artifício. Fica fácil advinhar que a próxima é The evil that men do, uma canção de 1988, rápida e instigante. Até que a hora do fim chega. Sanctuary vem com a promessa de Bruce de que a banda voltará ao Brasil em 2011. “Vamos gravar o novo álbum em 2010”, diz o cantor. Ele apresenta a banda – como se 90% dos presentes não soubessem de cor a formação.

Um show antológico. Um show que mostrou uma banda, apesar de finalizando a turnê, em forma. Um show que deixou o Recife com água na boca. Quem sabe o que virá depois?

Por: Wilfred Gadêlha Especial para o JC Online

quinta-feira, 26 de março de 2009

Campeão do Super Bowl, Pittsburgh faz primeiro jogo da temporada 2009 na NFL


Mantendo a tradição iniciada em 2004, o campeão do Super Bowl fará, este ano, o primeiro jogo da temporada da NFL. O Pittsburgh Steelers, que bateu o Arizona Cardinals no Super Bowl XLIII, abrirá o novo calendário da liga em casa, contra o Tennessee Titans, no dia 10 de setembro, uma quinta-feira.

Na segunda-feira, dia 14, a NFL vai comemorar o 50º aniversário da antiga American Football League (AFL) com uma rodada dupla que terá em campo quatro times que disputaram a temporada inaugural, em 1960. Primeiro, o New England Patriots recebe o Buffallo Bills e, em seguida, o Oakland Raiders joga em casa contra o San Diego Chargers.

O duelo entre Patriots e Bills deve ser o mais badalado da rodada, já que marcará o possível retorno aos gramados do quarterback Tom Brady e, ao mesmo tempo, será a estreia do polêmico wide receiver Terrell Owens pelo Buffalo Bills.

Nautico vence e encosta no lider (Sport ou coisa para os intimos)!


O Náutico se aproveitou do tropeço do Sport contra o Ypiranga e se aproximou do rival na tabela de classificação do returno do Campeonato Pernambucano. Jogando em casa, o Timbu bateu o Sete de Setembro por 4 a 3. Com isso, a equipe alvirrubra subiu para a vice-liderança do torneio, ficando a apenas um ponto do time da Ilha do Retiro.

A partida, que teve ares dramáticos, marcou a estreia de Daniel Gonzalez com a camisa timbu. O jogador entrou no segundo tempo da partida e teve uma razoável atuação.

Na próxima rodada, o Náutico encara o Santa Cruz, no domingo, às 16h. No mesmo horário, o Sete de Setembro recebe o Serrano em seus domínios.

O jogo


A partida começou bastante equilibrada. O Náutico apresentava mais qualidade individual dos jogadores, enquanto o Sete de Setembro se aproveitava das falhas de marcação do rival. Logo no primeiro minuto de jogo, Edson Miolo acertou a trave em cobrança de falta. Aos 10m, a zaga do Timbu deu bobeira, mas o goleiro Eduardo salvou a equipe de sofrer o primeiro gol.

Em jogada polêmica, Adriano Magrão caiu na área e pediu pênalti, aos 18. O juiz entendeu que não houve irregularidade no lance e mandou seguir. Mas, quatro minutos depois, Gilmar foi derrubado dentro da área e, desta vez, o árbitro marcou. O próprio Gilmar bateu e colocou o Timbu na frente do placar.

A alegria da torcida alvirrubra não durou muito tempo. Aos 26, a zaga do Náutico cochilou, Nego Pai aproveitou e empatou a partida. Porém, o gol que poderia ter esfriado o time alvirrubro fez com que a equipe se lançasse ao ataque. Com isso, aos 31m, Jonny acertou uma bomba de longe e voltou a colocar o Timbu em vantagem. Aos 39m, Carlinhos bateu falta com categoria e ampliou o marcador.

Apesar da vantagem ao intervalo, o técnico Sérgio China saiu zangado para o intervalo.

- Mais uma vez pecamos depois de estar na frente do resultado – disse, em entrevista à rádio Transamérica.

Gonzalez estreia na equipe

A reclamação de China parecia premonição. Mais uma vez, o Náutico se acomodou com a vantagem conquistada. Claramente, o time alvirrubro voltou para o segundo tempo com o freio-de-mão puxado. No início da etapa, a única coisa que agitava a torcida era a presença de Daniel Gonzalez em campo. O chileno finalmente estreou com a camisa da equipe.

A sonolência alvirrubra foi interrompida aos 23m. Marcelo Paraíba se aproveitou da letargia geral e diminuiu o marcador para o Sete. O gol do rival parecia que ia acordar o Timbu, mas aconteceu justamente o contrário. O time visitante se encheu de confiança e partiu para o ataque. A coragem do Sete foi premiada aos 28m, quando Renatinho acertou o canto empatando a partida.

Embora tarde, o Náutico acordou. Aos 30m, o estreante Daniel Gonzalez teve boa chance, mas chutou para fora. O mesmo Gonzalez tocou para Kuki, mas o atacante não conseguiu finalizar da melhor forma.

O empate era bom resultado para o Sete de Setembro que passou a se resguardar mais, só subindo ao ataque em condições muito favoráveis. Com isso, assim como o Náutico, a equipe visitante foi castigada por se retrair. Depois de muito insistir, o Náutico conseguiu o gol da vitória, aos 41, com uma cabeçada de Adriano Magrão.